terça-feira, 28 de setembro de 2010

O processador AMD Athlon K7

Atualmente se houve falar muito nos processadores da Intel, e pra quem não conhece é como se ela fosse a única fabricante de processadores do mercado. Porém essa não é a verdade existem mais fabricantes de processadores, como a Sun MicroSystem e a empresa americana, considerada a maior concorrente da Intel, que é a AMD (Advanced Micro Devices). Ela construiu seu primeiro processador para computadores domésticos em 1995, com o k-5, e daí seguiram-se as evoluções.
Houveram  poucas  mudanças na arquitetura dos processadores AMD desde o K6 ao K6-3. O K6-2 trouxe as instruções 3D-Now! Enquanto o K6-3 ganhou um cache L2 que trabalha na mesma frequência do processador e passou a utilizar o cache encontrado na placa mãe aproveitado na forma de um cache L3.
Não houveram muitas mudanças no núcleo do processador. Apenas adicionaram alguns “acessórios” ao K6, que o tornaram mais rápido. O lançamento de processadores trabalhando à frequências mais altas só foram possível devido a melhora nas técnicas de produção.
Os processadores da AMD, por muito tempo, apresentavam problema de desempenho em aplicativos gráficos. Desejava-se que apresentassem um processador capaz de produzirem um desempenho igual ou superior ao da Intel. Daí foi lançado, o K7 como era chamado até então ganhou o apelido de Athlon.



Athlon K7

O Athlon foi um projeto de processador completamente novo, ao contrário do Pentium III que utiliza a mesma arquitetura do Pentium II, apenas com as novas instruções SSE e um cache L2 mais rápido, no caso da versão Coppermine.
A fim de atingir todas as metas de desempenho, a AMD optou por abandonar a idéia de processador de baixo custo, como tínhamos no K6-x e optar por um projeto realmente “generoso” em termos de número de transístores e recursos. Apesar de tudo, a AMD conseguiu manter os preços de venda mais baixos que os processadores Intel, pois passou a trabalhar com margens de lucro mais estreitas.
Um processador é mais ou menos como uma fábrica. Desde que o projeto seja bem elaborado, quanto mais componentes forem adicionados e mais “operários” tivermos trabalhando, maior será a produção em cada ciclo de clock. É por isso que um Pentium de 100 MHz é muito mais rápido que um 486 também de 100 MHz, e é nisso que a AMD apostou suas fichas enquanto produzia seu novo processador.

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